domingo, 26 de julho de 2009

Dream on

Some people sleep easy, some people don't

I see you keep the light on, stops you feeling so alone

Some people make it better, some make it worse

He thought he held you lightly, but he got you where it hurts

You're not the one, you're not the one to blame

Dream on Hayley, don't look down, there's nothing here for you to see

Dream on Hayley, you're just about there, don't give up so easily

Dream on Hayley, if you don't feel love, dreaming is the way to go

I know, I know, I know

Some people trust too much, sometimes that's you

It shouldn't be a bad thing, it's more than I could do

So much disappointment over the years

You're willing to love completely, but it always ends in tears

Your not mad, not so mad to me

Dream on Hayley, don't look down, there's nothing here for you to see

Dream on Hayley, you're just about there, don't give up so easily

Dream on Hayley, if you don't feel love, dreaming is the way to go

Dream on, dream on

How can it be wrong, You gotta keep dreaming on.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Everything

Michael Buble - Everything
E assim sou, fútil e sensível, capaz de impulsos violentos e absorventes, maus e bons, nobres e vis, mas nunca de um sentimento que subsista, nunca de uma emoção que continue, e entre para a substância da alma. Tudo em mim é a tendência para ser a seguir outra coisa; uma impaciência da alma comigo mesma, como com uma criança inoportuna; um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende. Atendo a tudo sonhando sempre; fixos os mínimos gestos faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos; mas ao ouvi-lo, não o escuto, estou pensando noutra coisa, e o que menos colhi da conversa foi a noção do que nela se disse, da minha parte ou da parte de com quem falei. Assim, muitas vezes, repito a alguém o que já lhe repeti, pergunto-lhe de novo aquilo a que ele já me respondeu; mas posso descrever, em quatro palavras fotográficas, o semblante muscular com que ele disse o que me não lembra, ou a inclinação de ouvir com os olhos com que recebeu a narrativa que me não recordava ter-lhe feito. Sou dois, e ambos têm a distância - irmãos siameses que não estão pegados.
Bernardo Soares, Livro do Desassossego

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Segredos

(sei que o video não cabe como deve ser, isso também me irrita um pouco, mas os outros videos não eram nada bons...por isso tenham paciência comigo)

sábado, 18 de julho de 2009

A História do Macaco sem rabo

Ontem uma conversa fez me lembrar uma história da minha infância, a história que a minha mãe me contava vezes sem conta principalmente quando estava na hora da 'papa'...não tenho bem a certeza mas acho que até tenho a memória de estar sentada à mesa da cozinha a comer esparguete à bolonhesa com a taça e os talheres do Snoopy e a minha mãe a contar-me esta história. Enfim, lembrei-me e decidi partilhar......
A História do Macaco sem rabo (cauda)
Era uma vez um Macaco que tinha um rabo muito grande, e ele estava tão farto do seu rabo que foi a um barbeiro e pediu-lhe que lho cortasse. O barbeiro cortou-lhe a cauda e o Macaco saiu de lá todo contente. Mas ao ir para casa passou por um grupo de crianças, que começaram a gozar com ele "Olha o macaco sem rabo! Olha o macaco sem rabo!" e a rirem-se muito. Todos os dias era o mesmo, até que o Macaco se fartou e voltou ao barbeiro para pedir a cauda de volta - "A tua cauda não ta posso dar que já não a tenho" disse o barbeiro. Ao que o Macaco respondeu "Ah não tens a cauda?! Então levo-te a navalha!". Entretanto ao andar na rua, passou por uma mulher que vendia peixe e perguntou-lhe se ela não queria a navalha para arranjar o peixe. Ela aceitou, o Macaco deu-lhe a navalha e foi-se embora. Mas pouco depois arrependeu-se e voltou atrás a pedir a navalha de volta - "A tua navalha não ta posso dar que se partiu" disse a mulher. Ao que o Macaco respondeu "Ah não tens a navalha?! Então levo-te um saco de sardinhas!". O Macaco andou, andou, andou até que chegou a um moinho. Viu um moleiro a comer pão seco e perguntou-lhe "Senhor moleiro, não quer estas sardinhas para comer com o seu pão?". O moleiro aceitou e o Macaco foi-se embora. Mas pouco depois arrependeu-se e voltou atrás a pedir as sardinhas de volta - "As tuas sardinhas não tas posso dar que já as comi" disse o moleiro. Ao que o Macaco respondeu "Ah não tens as sardinhas?! Então levo-te um saco de farinha!". Foi-se embora com a farinha, e ao passar num colégio de freiras perguntou a uma Irmã "Oh Irmã, não quer esta farinha para fazer bolinhos para as suas meninas?". A freira aceitou e o Macaco foi-se embora. Mas o Macaco estava com tanta fome que se voltou a arrepender e voltou ao colégio para pedir a farinha de volta - "A tua farinha não ta posso dar que fiz bolinhos para as minhas meninas" disse a Irmã. Ao que o Macaco respondeu "Ah não tens a farinha?! Então levo-te uma menina!". Pegou na menina e foi-se embora. Mas ao passar numa esquina viu um ceguinho a tocar viola e perguntou-lhe "O senhor não quer esta menina para lhe fazer companhia e ajudar a andar na rua?". O ceguinho disse que sim, e o Macaco foi-se embora. O Macaco andou, andou, andou, mas sentiu-se tão sozinho que quis a companhia da menina de volta, e voltou atrás - "A tua menina já não ta posso dar que voltou para o colégio" disse o ceguinho. Ao que o Macaco respondeu "Ah não tens a menina?! Então levo-te a viola!". Pegou na viola e foi-se por num telhado duma casa a tocar e a cantar. E cantava:
"De meu rabo fiz navalha,
de navalha fiz sardinha,
de sardinha fiz farinha,
de farinha fiz menina,
de menina fiz viola,
tum tum tum e vou p'rá Angola!"
(estilo ritmo de 'A loja do mestre André)
FIM.
E pronto esta é a história que eu tinha para contar....se bem que ouvindo hoje há muita coisa que não faz grande sentido lol....mas segundo consta eu adorava :p

Só e apenas 2...

Ontem tomei uma decisão...hoje reforcei-a.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Só e apenas...

Às vezes as pessoas desiludem com os gestos mais simples.